“Eu tomo meu calmante todos os dias antes de sair de casa. A situação aqui é muito complicada. Os segurados já chegam a nossa mesa estressados da espera, que chega a durar até 4h, em dias de pico”, relata a servidora da APS Castanhal, que vem sofrendo com as péssimas condições de trabalho. O depoimento demonstra a situação de estresse e de adoecimento dos servidores da Previdência. Reclamações como a falta de insumos e de equipamentos para trabalho, água, copo, centrais de ar com problemas e da falta de servidores são comuns e corriqueiras.
Para dar início a uma série de mobilizações e denuncia o caos em que se encontra a APS os trabalhadores pregaram, no último dia 20 (quarta-feira), placas nos guichês em que encontram-se vazios por falta de servidor.
De acordo com Antônio Maués, integrante da diretoria colegiada da FENASPS/SINTPREVSPA, a APS de Castanhal funciona com percentual de servidores menor que o necessário para o porte da Agência. “