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SINTPREVS e servidores do prédio do INSS Nazaré realizam manifestação nesta sexta

Coletiva de imprensa é convocada para denunciar condição física de prédio público

Uma Assembléia Extraordinária dos servidores do prédio do INSS Nazaré foi realizada nesta quarta-feira para denunciar o estado físico e as instalações precárias a que estão submetidos os usuários e servidores neste local. Trabalham neste prédio, além dos servidores da Gerência Executiva do INSS, da Agência do INSS Nazaré e de mais 6 departamentos, também os servidores de 10 departamentos do prédio do INSS localizado no Edifício Costa e Silva que foram removidos em função de um incêndio ocorrido em agosto de 2010.

Novas rachaduras e tremores foram percebidos pelos servidores, que além disso, denunciaram a péssima qualidade da água proveniente de um poço nos fundos do prédio. Outra reclamação dos servidores são as instalações elétricas, que segundo laudo da logística do INSS, está sobrecarregado. Já superlotado, o prédio vai receber ainda mais servidores e mobiliários da Advocacia-Geral da União que devem ocupar parte do 4⁰ e o 5⁰ andar.

Desde maio do ano passado, o SINTPREVS vem encaminhando ofícios requerendo a vistoria do prédio aos mais diversos órgãos: CREA/PA, Procuradoria Geral da UFPA, IML, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Secretaria de Urbanismo. Também expediu documentos aos órgãos responsáveis pelo INSS, quais sejam, Superintendência Norte/Centro-Oeste do INSS, Presidência do INSS e Ministério da Previdência Social. E denunciou o caso ao Ministério Público do Trabalho.

Em função da ausência de respostas e apoio destas instituições, a assembléia de hoje decidiu convocar uma manifestação com uma coletiva de imprensa nesta sexta, 03.02, às 10h, em frente a este prédio (Av. Nazaré, 79) para denunciar o descaso e os riscos pelos quais passam os servidores e usuários no Prédio do INSS Nazaré.

O desabamento do prédio na rua 3 maio, e mais recentemente, a tragédia ocorrida no Rio de Janeiro deve nos servir de aviso para que não nos calemos ou nos conformemos diante da situação de abandono em nossos locais de trabalho. Só mobilizados garantiremos que novas tragédias não sigam ocorrendo.

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